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Quem está apto para estudar teologia?

em 09 novembro 2019




No nosso post de hoje vamos entender porque existe cristãos que gostam de estudar teologia, e outros cristãos não. Mas porque esse assunto divide opiniões entre os cristãos? A resposta para entendemos o porque desse dilema depende como cada cristão considera a relevância do estudo da Bíblia para si mesmo.



Nesse sentido estudar teologia é para todos os cristãos? Minha resposta é sim, mas você não é obrigado a concordar, eu respeito a opinião de quem discorda, mas também acredito que todo cristão precisa ser um teólogo.



Em um sentido amplo, todo os cristãos já são teólogos, mas é exatamente dessa perspectiva que surge o problema. Não tem nenhum problema em ser teólogo autodidata por conseguir assimilar os conteúdos sozinho, sem o auxilio do professor(a) ou estudar teologia por amor ao chamado de mestre, que o Mestre lhe confiou, esse e o meu caso.



Lá se vão 20 anos de dedicação e amor em uma época que as igrejas não permitia seus membros estudarem teologia, mas isso mudou em algumas igrejas. Mas, também não tem nenhum problema em ser um teólogo formado, que se refere a pessoas que faz seminário teológico seja presencial, ou seja por EAD.



Mas, com certeza ser um teólogo autodidata ou teólogo formado, mas preguiçoso é inaceitável, nesse sentido nem todos são teólogos. Ou seja, fica o convite para todos os cristãos lerem livros de teologia.



Teologia significa pensar sobre Deus e expressar esses pensamentos de alguma maneira, seja escrevendo um livro sobre o assunto, compondo músicas para engrandecer a Deus. Nesse sentido elementar de se entender teologia todo cristão e um teólogo, porque ele possui uma teologia.



Isso acontece até mesmo com o ateu, sim o ateu tem a sua própria teologia. mas precisamos entender como isso acontece para o ateu. O ateu pensa sobre quem é Deus, mas o ateu rejeita a existência de Deus, o ateu faz isso através de uma negação da fé em Deus e de seu estilo de vida.



Os seguidores de uma religião não cristã também tem a sua teologia, mas precisamos entender como isso funciona para um seguidor de uma religião não cristã. Os seguidores de uma religião não cristã substituem Deus por uma divindade feita pela sua criatividade pessoal, fazendo isso eles demonstram a sua teologia.



Eu acredito que a maioria dos nossos leitores são de cristãos que creem em Deus, em Jesus Cristo, e no Espirito Santo.  Devido a isso, esses cristãos tem os seus pensamentos estejam eles sistematizados ou desorganizados, estão voltados para Deus que nos conduz a Jesus Cristo, Jesus Cristo que nos ama e o Espirito Santo que nos capacita.




- Deus nos conduz a Jesus


Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora. João 6.37



2 - Jesus Cristo nos ama


Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3.16



3 - O Espírito Santo é que nos capacita 



Mas o Consolador, o Espirito Santo, a que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. João 14.26


Esse é um ótimo motivo para o cristão estudar teologia, pois dedicara o seu tempo pensando a respeito de Deus, de Jesus Cristo e do Espirito Santo, que não somente expandirá o seu conhecimento intelectual, mas também expandirá o seu crescimento espiritual.



Para você entender como o estudo da teologia pode influenciar a suas atitudes, pense sobre a necessidade da nossa consciência prestar contas a alguém. Se você for detalhistas todos as pessoas prestam contas das sua atitudes a alguém, nos prestamos contas nós mesmos a nossa consciência faz isso por eu e você.



Mas também a nossa consciência pode estar errada, distorcida ou ignorada, fazendo isso a nossa consciência diminui a nossa prestação de contas.



Devemos prestar contas das nossas atitudes também na sociedade, mas a sociedade são diferentes entre si e possuem diversos níveis de conceitos morais e leis, e ás vezes e possível violar os padrões estabelecidos pela sociedade sem prestar contas a ela.



Também devemos prestar contas para a nossa família, a nossa igreja local, o nosso local de trabalho, etc. Os cristãos que acreditam em Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador reconhecem que precisam prestar contas ao seu Salvador e Senhor.



Algumas vezes, os cristãos tem a tendência de entender que eles escaparam da responsabilidade de se reportar ao seu Senhor e Salvador, devido o que fazemos ou deixamos de fazer, mas ninguém seja cristão ou não, fugirá da prestação de contas final, porque todos vamos comparecer diante do tribunal de Jesus Cristo.



4 - O tribunal de Jesus Cristo



Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem que ou mal que tiver feito por meio do corpo. 2 coríntios 5.10


Essa teologia do juízo nos obriga a pensar sobre um aspecto da Pessoa de Deus que dever nos conduzir em nossa vida através de um entendimento de vida na sociedade de maneira sóbria e equilibrada hoje com um pensamento para o futuro que será o juízo.



Existem ótimos teólogos, com suas diferentes teologias e diferentes maneiras de crer. Existem teólogos que pelo padrão de exigência da sociedade, são considerados ignorantes, mesmos esses teólogos conhecendo a verdade sobre a Bíblia.



Existem teólogos que estudam demasiadamente a Bíblia, mas esse estudo não são realizados de maneira sistemática e técnica. Existem teólogos que são altamente capacitados e leem muito sobre teologia, mas também não podemos esquecer dos teólogos profissionais, que trabalham em editoras e seminários, mas esses teólogos são a minoria.



Esse artigo foi escrito para leigos, não somente esse artigo mas todos os artigos contidos nesse blog. Se eu estivesse escrevendo para teólogos profissionais, teria escrito de modo diferente, ou seja, eu não teria me preocupado em manter uma linguagem teológica simples nem apresentado explicações de fácil entendimento, até porque, os teólogos profissionais são capacitados para entender a linguagem teológica complexa e suas explicações técnicas.



Eu não usaria ilustrações ou estudos de casos, embora alguns teólogos profissionais, ou não, fazem o mesmo. Os teólogos profissionais sempre querem ter a certeza de que o autor do livro leu tudo a respeito daquele assunto, mas qual teólogo profissional ou amador consegue fazer isso?



O mínimo que se espera é que o teólogo consultou, leu e pesquisou o que ele escreveu e se propõe a publicar o assunto em questão. O teólogo precisa ler obras antigas e atuais, e se possível citar estudiosos sobre o assunto em questão, querendo ele concordar ou discordar.



Acredito humildemente que já demostrei que sou capaz de fazer isso em meus artigos publicados neste blogger e que estou apto para escrever diversos assuntos. Eu particularmente procuro fazer somente o necessário de citações para que o leitor desse blogger não pense que eu faço declarações falsas ou infundadas.



Procuro fazer isso para que o leitor entenda que isso seja uma ótima contribuição sobre o assunto em questão. Dessa maneira permito ao leitor que ele faça uma investigação sobre o assunto, se assim desejar buscando ter um entendimento ampliado.



Se teologia e pensar sobre Deus e expressar esses pensamentos, então julgue você mesmo esse artigo e os artigos aqui publicados, se esse blogger reflete a ideia ou não, de pensamentos corretos a respeito de Deus e da Bíblia, e se esse artigo e esse blog, expressa de maneira correta e simples, seus artigos, tendo a capacidade de produzir em você mudanças em sua maneira de pensar e de viver.



5 - Sã doutrina



Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças que sentido coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos á verdade, entregando-se ás fabulas. 2 Timóteo 4.3-4


Apegado á palavra fiel, que é segundo a doutrina; de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem. Tito 1.9


A expressão sã doutrina usada por Paulo significa doutrina correta, ou seja, espera-se que a sã doutrina e a sã teologia sempre resultem no teólogo e no estudante uma vida santa.




6 - Crescimento intelectual e espiritual



E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção; para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo; cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus. Filipenses 1.9-11


Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus. Colossenses 1.9-10



Paulo orava em favor dos cristãos filipenses e colossenses, para que eles crescessem no conhecimento, porque Paulo entendia que o conhecimento produziria neles um viver santo e agradável diante de Deus e para o Dia de Cristo.



A sã teologia é expressa não somente na declaração de fé, mas também e expressa através de uma vida frutífera e de um viver santo, e a vida santa deve estar unida com a sã teologia.



Como a teologia afeta você e eu, isso é uma responsabilidade de ordem individual e pessoal, mas o objetivo do estudo da teologia é que sejamos feitos conforme a imagem de Cristo.


Por esta razão, sempre estarei pronto para trazer-vos lembrados acerca destas coisas, embora estejais certos da verdade já presente convosco e nela confirmados. 2 Pedro 1.12




Quem esta apto para estudar teologia?



Nenhum livro de teologia ou teólogo é capaz de responder essa pergunta, somente você pode responder essa pergunta para Deus.





Frase: A habilidade e a sabedoria de uma pessoa não faz ela entra no Reino de Deus. Felipe Marques







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Tradução Bíblica: (ARA) Almeida Revista e Atualizada Editora Sociedade Bíblica do Brasil (SBB)




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Introdução ao periodo patrístico

em 14 setembro 2019




Em nosso post de hoje, vamos aprender sobre o período patrístico, e como ele pode ser relevante para o conhecimento dos cristãos nos dias de hoje.



Minha experiência pessoal de professor tanto na área educacional, tanto na área bíblica, me ensinou que a melhor maneira de ensinar, e o professor conduzir os seus alunos a entender e apreciar as perspectivas dos temas, quando o professor se dispõe a explicar o contexto das perspectivas, as perguntas envolvidas e as terminologias que são relacionadas a elas.

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O Cânon do Novo Testamento na perspectiva de Warfield

em 28 julho 2018




Como estudar a perspectiva de um escritor? Essa é uma pergunta que poucos se preocupam em responder, mas vou colocar o meu parecer sobre essa pergunta.
 


Tive a honra de ter excelentes Professores desde a minha infância até a minha formação de Professor. Sempre digo aos meus alunos que quando se estuda a perspectiva de um autor, devemos estudar essa perspectiva tendo como base a formação intelectual do autor.

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Tratando a Bíblia como autoridade

em 25 janeiro 2018





Existe muito questionamento sobre a Bíblia, e a sua autoridade sobre a sua influência sobre a vida das pessoas, sejam elas frequentadoras de igreja ou não. É possível que as pessoas que se dizem serem cristãs têm na Bíblia a sua autoridade, e que baseiam as suas convicções espirituais e morais única e simplesmente na Bíblia? Existem pessoas que tem Bíblia em sua residência, mas nunca foi lida. Outras pessoas veem a Bíblia apenas um livro de história igual a qualquer outro.

 
Ao decorrer de 30 anos servindo a Deus e a sua igreja e por ter passando por aproximadamente 10 anos exercendo as funções de professor de escola bíblica, orientador de jovens, supervisor de implantações de igreja, secretário de igreja e tendo a consagração de Evangelista.
 
 

Posso testemunhar humildemente e sinceramente que me surpreendo até o dia de hoje quando as pessoas se referem à Bíblia em particular os que se dizem cristão. A resposta é simples, a maioria dos que se dizem cristãos, não tem a Bíblia como uma autoridade. Mas os cristãos verdadeiros sim, e é exatamente para você, cristão verdadeiro que e esse post em especial, mas isso não significa que os que se dizem cristãos não possam mudar a sua opinião.
 

 
Vamos conhecer pessoas que trataram a Bíblia como autoridade, e vou começar com a declaração de B.B. Warfield, ele declarou o seguinte: A igreja sempre acreditou que as Escrituras são o livro de Deus, sendo ele, de certo modo, o autor de cada uma de suas afirmações de todos os gêneros, devendo ser avaliadas como a expressão de Deus, de verdade e autoridade infalíveis.
 

 
1 Tratando a Bíblia como autoridade.
 

Os escritos dos pais apostólicos tratam as Escrituras da mesma forma que as Escrituras tratam a si mesmos, ou seja, com e como autoridade. As frases que os pais apostólicos usam para apresentar citações da Bíblia demonstram como eles tratam a Bíblia como autoridade. Em sua primeira carta aos Coríntios, Clemente de Roma frequentemente apresentava as Escrituras como as palavras de Deus, ele usas as seguintes expressões:

 
‘Porque ele diz’
‘E disse-lhe Deus’
‘E disse ele outra vez’
‘E disse o Espirito Santo’
‘Porque está escrito’
‘Porque diz a Escritura’
‘Como está escrito’.
 
 
 
2 Qual é a importância das citações dos pais da igreja primitiva?
 

Os primeiros manuscritos que temos das maiores partes do Novo Testamento são o papiro 45, papiro 46, papiro 66 e papiro 75. Esses papiros tem a sua datação entre 175 a 250 d.C., ou seja, temos então uma lacuna de aproximadamente 100 anos entre os autógrafo do Novo Testamento e os primeiros fragmentos existentes do Novo Testamento.

 

Os pais da igreja primitiva entre os anos 97-180 d.C. através das suas citações do Novo Testamento, dão testemunho de manuscritos do Novo Testamento ainda mais antigos. Os pais da igreja primitiva citaram 28 dos 29 livros do Novo Testamento.


 
Os pais da igreja primitiva também deram testemunho da autenticidade desses livros do Novo Testamento escritos pelos apóstolos e aqueles no círculo apostólico. Além disso, os pais da igreja primitiva rejeitaram livros mais recentes como, por exemplo, o evangelho de Tomé que reivindicavam ser escritos pelos apóstolos ou pelo próprio Tomé, entretanto não foram.

 

Os pais da igreja primitiva se referem a cada livro do Novo Testamento como escrito antes de 150 d.C, com a exceção de Filemom e 3 João.



3 A autenticação do Novo Testamento


Os pais da igreja primitiva também conhecido como os pais da igreja apostólica Inácio 30-107 d.C., Policarpo 65-155 d.C. e Papias 70-155 d.C. citavam versículos de cada um dos livros do Novo Testamento, com exceção de 2 João e 3 João. Desse modo, esses três pais da igreja primitiva autenticaram aproximadamente todo o Novo Testamento.


 
A) Clemente de Roma -  Em sua carta de Clemente aos coríntios em aproximadamente 97 d.C., ele cita versículos de Lucas, Atos, Romanos, 1 Coríntios, Efésios, Tito, 1 Pedro, 2 Pedro, Hebreus e Tiago.
 

B) Inácio - As cartas de Inácio datadas de 115 d.C. foram escritas ás várias igrejas na Ásia Menor e citam versículos de Mateus, João, Romanos, 1 Coríntios, 2 Coríntios, Efésios, Filipenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo e Tito. Essas cartas de Inácio indicam que todo o Novo Testamento foi escrito no século I d.C.


C) Justino Mártir -  Justino Mártir 110-165 d.C. também citou versículos dos seguintes treze livros do Novo Testamento que são: Mateus, Marcos, Lucas, João, Atos, Romanos, 1 Coríntios, Gálatas, 2 Tessalonicenses, Hebreus, 1 Pedro, 2 Pedro e Apocalipse.
 

D) Irineu - Em seu livro intitulado Contra Heresias, Irineu 130-30 d.C. fez citações de todos os livros do Novo Testamento, com exceção de 3 João. Irineu fez aproximadamente 1.200 citações do Novo Testamento em seus escritos, e cerca de 1.800 citações e referências do Novo Testamento.
 

E) Clemente de Alexandria -  Clemente de Alexandria, que escreveu desde 193-220 d.C., fez aproximadamente 2.400 citações e referências de cada livro do Novo Testamento, com exceção de Filemom, Tiago, 2 Pedro e, 3 João.

 
F) Cipriano - Cipriano, 200-258 d.C., fez aproximadamente 1.030 citações e referências do Novo Testamento. Suas citações incluem todos os livros do Novo Testamento, com exceção de Filemom, 2 João e 3 João, ou seja, os três menores livros do Novo Testamento. Existe inúmeras citações e referências dos primeiros pais da igreja, mesmo se não tivéssemos uma única cópia sequer da Bíblia, os estudiosos da área bíblica poderiam reconstruir tudo, com exceção de onze versículos de todo o Novo Testamento do material escrito entre os anos 150 e 200 da época de Jesus Cristo.
 
 
 
4 A Bíblia tem autoridade ou não?


Embora exista uma lacuna entre os anos 250 e 300, entre o tempo do manuscrito do Novo Testamento original e completo e o das primeiras cópias completas que ainda existem, essa lacuna é preenchida pelas citações e referências realizadas pelos primeiros líderes da igreja.



Existe aproximadamente mais de 86.000 citações do Novo Testamento foram registradas nos escritos dos pais da igreja primitiva. Os verdadeiros cristãos creem que, somente através da providência de Deus, foi que o texto do Novo Testamento se manteve preservado em qualidade e quantidade, diferente de qualquer outro documento da Antiguidade.


 
E para concluir sobre esse assunto, quero deixar a opinião de dois dos maiores conhecedores da área bíblica sobre a autoridade da Bíblia. Geisler e Nix afirmam o seguinte: 



Os primeiros líderes da igreja escreviam e citavam o Novo Testamento a fim de que o Novo Testamento pudesse ser reescrito a partir de suas citações, á exceção de onze versículos.




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Foto: Pixabay
Fonte: Enciclopédia de Fatos da Bíblia Editora Hagnos.
Frase de B.B. Warfield, Geisler e Nix retiradas do Livro Enciclopédia de Fatos da Bíblia Editora Hagnos.
 


 

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A Bíblia o Egito e a Mesopotâmia

em 25 novembro 2017

 

  
Por volta do século 18, os conhecimentos sobre o passado eram limitados. Quando faltavam fatos, a imaginação procurava preencher o conhecimento por falta de fatos. A partir da Revolução Industrial ocorreu a necessidade de remover grandes quantidades de solo para a construção de alicerces de fábricas, de estradas de ferro e outras construções. No decorrer dessas escavações, descobriram também artefatos que eram da Antiguidade, e as pessoas começaram a pensar a respeito do passado de uma maneira concreta.
 


O EGITO


Em 1798, Napoleão fez uma expedição ao Egito. Ele levou consigo vários estudiosos para examinar algumas das antiguidades egípcias e para levar algumas delas para a França. A lembrança mais visível desse acontecimento é o grande obelisco da Praça da Concórdia, em Paris, erigido em Lúxor por Ramessés II, no ano de 1250 a.C. e levado para Paris em 1831.



Os estudiosos que acompanharam Napoleão viram as pirâmides, a grande esfinge e os muitos templos e estátuas que estavam parcialmente enterrados na areia. Além disso, viram os hieróglifos que cobriam muitos desses monumentos e reconheceram que se tratava de uma escrita, mas ninguém fazia ideia do seu significado. Entretanto, esses monumentos eram testemunhas mudas da grandeza antiga e a história do Egito permaneceu de um modo geral, um livro fechado.
 


A partir de uma descoberta relativamente modesta, foi fornecida a chave para abrir o livro fechado da história do Egito. Em Roseta, uma cidade localizada na margem ocidental do delta do Nilo, foi descoberta uma placa de granito negro medindo 1,20 x 0,76 um pouco menor que um jornal totalmente aberto com três inscrições, uma acima da outra. A de baixo era em grego, idioma conhecido que podia ser traduzido, mas a de cima estava em hieróglifos e a do meio, em demótico, escrita egípcia simplificada.
 


O texto grego indicava que a pedra continha um decreto de Ptolomeu v, promulgado por volta de 200 a.C. Tomando-se por certo que os três idiomas da pedra de Roseta tinham o mesmo significado, um dos problemas era que ninguém sabia se os hieróglifos eram ideográficos que significa cada um representado uma ideia, ou fonéticos que significa cada sinal representando um som. A solução surgiu com o reconhecimento de que o nome de Ptolomeu v no texto hieroglífico era cercado por um cartucho ou moldura.



Em 1822, o estudioso francês Jean François Champollion finalmente conseguiu decifrar as inscrições hieroglíficas ele descobriu que os hieróglifos eram parcialmente ideográficos e parcialmente fonéticos. Sua grande descoberta foi feita a partir do fato de ele também ter estudado o copta, um idioma derivado do idioma egípcio que continua a ser usado até hoje como o idioma litúrgico da igreja cristã do Egito.

 

A MESOPOTÂMIA


O interesse pelas antiguidades da Mesopotâmia, onde haviam crescido os impérios sumérios, assírios e babilônicos, começou aproximadamente na mesma época. Em 1811, Claude James Rich, agente da Companhia da Índia Oriental Britânica que morava em Bagdá, localizada a 80 km a noroeste do sítio arqueológico da antiga Babilônia, ficou curioso depois de ver tijolos com inscrições trazidos por um colega agente. 



Claude James Rich visitou o sítio arqueológico da Babilônia. Ele passou dez dias ali, durante os quais localizou e mapeou o vasto agrupamento de colinas que haviam restado da Babilônia antiga. Com a ajuda de habitantes da região, fez escavações nas colinas e achou umas poucas tabuinhas, que levou de volta para Bagdá.
 


Em 1820, visitou Mossul e ficou quatro meses desenhando um mapa das colinas imediatamente do outro lado do rio, que suspeitou serem as ruínas de Nínive. Nesse local, Claude James Rich também coletou tabuinhas e inscrições que nem ele nem pessoa alguma conseguiam ler. A chave para abrir o livro da história da Mesopotâmia e para decifrar o idioma babilônico, foi no mesmo caso dos hieróglifos egípcios, a descoberta de uma inscrição em três idiomas.
 
 

Dessa vez foi uma inscrição maciça, lavrada 152 metros acima do nível do chão, em uma parede vertical de rocha natural, localizado a 320 km a noroeste da Babilônia. A inscrição tinha sido feita por ordem do rei Dario Histaspes, da Pérsia, em 516 a.C. Esse foi o mesmo Dario que deu a ordem de reedificar o templo em Jerusalém conforme e relatado no Livro de Esdras, e inscrição de Beistum foi feita no mesmo ano em que o templo foi concluído. A inscrição apresentava um longo relato das conquistas de Dario, no idioma persa, elamita e babilônico.
 


Sir Henry Rawlinson, cônsul geral britânico em Bagdá, tinha alguns conhecimentos do antigo idioma persa. Com uma incrível perseverança, ele começou a copiar as inscrições em 1835. Isso envolveu um considerável grau de riscos físicos, mas ele continuou com algumas interrupções a tarefa que se propôs a fazer, até que, em 1847, ele completou o trabalho de cópia com a ajuda de escadas apoiadas no chão e de balanços presos no alto e especialmente com a assistência de um selvagem menino curdo que tem o seu nome desconhecido. Seus esforços valeram apena: dentro de pouco tempo, Sir Henry Rawlinson conseguiu decifrar o idioma babilônico.


Frase: "O que você prefere? Mentiras confortantes ou verdade dolorosas?" - Felipe Marques




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Conhecendo os Idiomas da Bíblia






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Fonte: Manual Bíblico de Halley Editora Vida.
 
 

 
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Conhecendo os Idiomas da Bíblia

em 16 novembro 2017



 
Nosso assunto de hoje é sobre os idiomas da Bíblia. Pra quem acha que a Bíblia foi originalmente escrita em português BR, se enganou, que a Bíblia foi escrita apenas em hebraico, se enganou também.


Aproximadamente todo o Antigo Testamento foi escrito em hebraico. Existem alguns textos no Antigo Testamento escritas em aramaico que representam aproximadamente 1% de todo o Antigo Testamento.

 
Exemplo: Gênesis 31.47 "Chamou-lhe Labão Jegar-Saaduta, Jacó, porém, lhe chamou Galeede. A expressão Jegar-Saaduta e uma expressão em aramaico e significa mente do testemunho".



NOVO TESTAMENTO 


Aproximadamente todo o Novo Testamento foi escrito em grego. No entanto, há um número de palavras relativamente pequeno nos evangelhos do Novo Testamento que foram escritas em aramaico.


Exemplo: Mateus 27.33 "E, chegando a um lugar chamado Gólgota, que significa Lugar de Caveira". A expressão Gólgota e de origem aramaica e significa Lugar de Caveira. Idiomas da Época Novo Testamento. Quatro idiomas tiveram importância na época do Novo Testamento. Dois idiomas semitas".



1 - Aramaico
 

O aramaico não deve ser confundido com o idioma atual falado pelos árabes dos dias atuais. O aramaico era o idioma falado na Palestina e deve ter sido utilizado por Jesus e os seus discípulos. O aramaico se originou de um antigo lugar da Síria chamado Aram.
 

Os arameus nacionalidade dada a todos que nasciam em Aram viveram no noroeste da Palestina e são muito mencionados no Antigo Testamento. Acredita-se que o aramaico seja um idioma parecido do hebraico, devido ás semelhanças entre os dois idiomas.
 

O aramaico é um idioma semita que foi falado pelos neobabilônicos na época de Nabucodonosor II. O aramaico se tornou o principal idioma do Oriente Médio e era falado e escrito pela maioria das nações daquela região, até que a ascensão do islamismo a subjugou e a substituiu pelo idioma árabe.
 
 
O idioma de Jesus:
O aramaico foi o idioma mais popular falado em Israel na época de Jesus. O aramaico era o idioma que o próprio Jesus falava. Por essa razão, há algumas ocorrências de palavras aramaicas no Novo Testamento.

 
Entretanto, aproximadamente todo o Novo Testamento traduz todas as palavras de Jesus para o grego, tendo como objetivo que os escritores do Novo Testamento escreviam em grego. Eles utilizavam o idioma grego, porque era o idioma do Império Romano e queriam alcançar a maior quantidade de pessoas possíveis com os seus escritos.


 
2 - Hebraico


O hebraico tem as suas origens no antigo alfabeto fenício, do qual os idiomas semitas e os idiomas não semitas se derivam. O hebraico era o idioma falado pelo povo de Israel no Antigo Testamento e praticamente toda a Bíblia está escrita em hebraico.

 
Entretanto, na época de Jesus, a maioria dos judeus não falava o idioma hebraico, embora conhecessem alguns textos do Antigo Testamento escritos em hebraico. Os fariseus e os rabinos possuíam um conhecimento amplo do idioma hebraico seja escrito ou falado. Dois idiomas indo-europeus.
 

 

3 - Latim


Durante toda a época de Jesus, o latim era o idioma oficial do império Romano. Todas as pessoas cultas, por exemplo, os advogados e poetas, conheciam o latim, além de também ser o idioma dos tribunais. O Novo Testamento tem várias palavras em latim.

 
As palavras em latim aparecem em vários nomes próprios, por exemplo: Agripa, Augusto, César, Cláudio, Félix, Festo, Gálio, Júlio. Alguns cristãos da época do Novo Testamento também tinham nomes próprios em latim, por exemplo: Áquila, Cornélio, Cláudia, Clemente, Crescente, Crispo, Fortunato.
 


 
4 - Grego


O grego era o idioma usado no comércio de Roma durante a época de Jesus. O idioma grego da época do Novo Testamento era o idioma grego coinê que era o idioma grego "popular", esse idioma era facilmente distinguido do grego clássico, um idioma refinado chamado helenístico.

 
A Bíblia realmente é um livro fantástico. Hoje ela é traduzida para mais de cem idiomas. Pra quem estuda Teologia e prega, é importante saber o sentido das palavras no idioma original, assim a sua mensagem poderá ser enriquecida com mais informações. 



"Confiar em Deus significa colocar em prática os seus propósitos pessoais 
juntos com os propósitos de Deus".

 

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Foto: Pixabay
Fonte: Enciclopédia de Fatos da Bíblia Editora Hagnos.
Tradução Bíblica: (ARA) Almeida Revista e Atualizada Editora Sociedade Bíblica do Brasil.
Frase: Felipe Marques





 

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