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Quem está apto para estudar teologia?

em 09 novembro 2019




No nosso post de hoje vamos entender porque existe cristãos que gostam de estudar teologia, e outros cristãos não. Mas porque esse assunto divide opiniões entre os cristãos? A resposta para entendemos o porque desse dilema depende como cada cristão considera a relevância do estudo da Bíblia para si mesmo.



Nesse sentido estudar teologia é para todos os cristãos? Minha resposta é sim, mas você não é obrigado a concordar, eu respeito a opinião de quem discorda, mas também acredito que todo cristão precisa ser um teólogo.



Em um sentido amplo, todo os cristãos já são teólogos, mas é exatamente dessa perspectiva que surge o problema. Não tem nenhum problema em ser teólogo autodidata por conseguir assimilar os conteúdos sozinho, sem o auxilio do professor(a) ou estudar teologia por amor ao chamado de mestre, que o Mestre lhe confiou, esse e o meu caso.



Lá se vão 20 anos de dedicação e amor em uma época que as igrejas não permitia seus membros estudarem teologia, mas isso mudou em algumas igrejas. Mas, também não tem nenhum problema em ser um teólogo formado, que se refere a pessoas que faz seminário teológico seja presencial, ou seja por EAD.



Mas, com certeza ser um teólogo autodidata ou teólogo formado, mas preguiçoso é inaceitável, nesse sentido nem todos são teólogos. Ou seja, fica o convite para todos os cristãos lerem livros de teologia.



Teologia significa pensar sobre Deus e expressar esses pensamentos de alguma maneira, seja escrevendo um livro sobre o assunto, compondo músicas para engrandecer a Deus. Nesse sentido elementar de se entender teologia todo cristão e um teólogo, porque ele possui uma teologia.



Isso acontece até mesmo com o ateu, sim o ateu tem a sua própria teologia. mas precisamos entender como isso acontece para o ateu. O ateu pensa sobre quem é Deus, mas o ateu rejeita a existência de Deus, o ateu faz isso através de uma negação da fé em Deus e de seu estilo de vida.



Os seguidores de uma religião não cristã também tem a sua teologia, mas precisamos entender como isso funciona para um seguidor de uma religião não cristã. Os seguidores de uma religião não cristã substituem Deus por uma divindade feita pela sua criatividade pessoal, fazendo isso eles demonstram a sua teologia.



Eu acredito que a maioria dos nossos leitores são de cristãos que creem em Deus, em Jesus Cristo, e no Espirito Santo.  Devido a isso, esses cristãos tem os seus pensamentos estejam eles sistematizados ou desorganizados, estão voltados para Deus que nos conduz a Jesus Cristo, Jesus Cristo que nos ama e o Espirito Santo que nos capacita.




- Deus nos conduz a Jesus


Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora. João 6.37



2 - Jesus Cristo nos ama


Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3.16



3 - O Espírito Santo é que nos capacita 



Mas o Consolador, o Espirito Santo, a que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. João 14.26


Esse é um ótimo motivo para o cristão estudar teologia, pois dedicara o seu tempo pensando a respeito de Deus, de Jesus Cristo e do Espirito Santo, que não somente expandirá o seu conhecimento intelectual, mas também expandirá o seu crescimento espiritual.



Para você entender como o estudo da teologia pode influenciar a suas atitudes, pense sobre a necessidade da nossa consciência prestar contas a alguém. Se você for detalhistas todos as pessoas prestam contas das sua atitudes a alguém, nos prestamos contas nós mesmos a nossa consciência faz isso por eu e você.



Mas também a nossa consciência pode estar errada, distorcida ou ignorada, fazendo isso a nossa consciência diminui a nossa prestação de contas.



Devemos prestar contas das nossas atitudes também na sociedade, mas a sociedade são diferentes entre si e possuem diversos níveis de conceitos morais e leis, e ás vezes e possível violar os padrões estabelecidos pela sociedade sem prestar contas a ela.



Também devemos prestar contas para a nossa família, a nossa igreja local, o nosso local de trabalho, etc. Os cristãos que acreditam em Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador reconhecem que precisam prestar contas ao seu Salvador e Senhor.



Algumas vezes, os cristãos tem a tendência de entender que eles escaparam da responsabilidade de se reportar ao seu Senhor e Salvador, devido o que fazemos ou deixamos de fazer, mas ninguém seja cristão ou não, fugirá da prestação de contas final, porque todos vamos comparecer diante do tribunal de Jesus Cristo.



4 - O tribunal de Jesus Cristo



Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem que ou mal que tiver feito por meio do corpo. 2 coríntios 5.10


Essa teologia do juízo nos obriga a pensar sobre um aspecto da Pessoa de Deus que dever nos conduzir em nossa vida através de um entendimento de vida na sociedade de maneira sóbria e equilibrada hoje com um pensamento para o futuro que será o juízo.



Existem ótimos teólogos, com suas diferentes teologias e diferentes maneiras de crer. Existem teólogos que pelo padrão de exigência da sociedade, são considerados ignorantes, mesmos esses teólogos conhecendo a verdade sobre a Bíblia.



Existem teólogos que estudam demasiadamente a Bíblia, mas esse estudo não são realizados de maneira sistemática e técnica. Existem teólogos que são altamente capacitados e leem muito sobre teologia, mas também não podemos esquecer dos teólogos profissionais, que trabalham em editoras e seminários, mas esses teólogos são a minoria.



Esse artigo foi escrito para leigos, não somente esse artigo mas todos os artigos contidos nesse blog. Se eu estivesse escrevendo para teólogos profissionais, teria escrito de modo diferente, ou seja, eu não teria me preocupado em manter uma linguagem teológica simples nem apresentado explicações de fácil entendimento, até porque, os teólogos profissionais são capacitados para entender a linguagem teológica complexa e suas explicações técnicas.



Eu não usaria ilustrações ou estudos de casos, embora alguns teólogos profissionais, ou não, fazem o mesmo. Os teólogos profissionais sempre querem ter a certeza de que o autor do livro leu tudo a respeito daquele assunto, mas qual teólogo profissional ou amador consegue fazer isso?



O mínimo que se espera é que o teólogo consultou, leu e pesquisou o que ele escreveu e se propõe a publicar o assunto em questão. O teólogo precisa ler obras antigas e atuais, e se possível citar estudiosos sobre o assunto em questão, querendo ele concordar ou discordar.



Acredito humildemente que já demostrei que sou capaz de fazer isso em meus artigos publicados neste blogger e que estou apto para escrever diversos assuntos. Eu particularmente procuro fazer somente o necessário de citações para que o leitor desse blogger não pense que eu faço declarações falsas ou infundadas.



Procuro fazer isso para que o leitor entenda que isso seja uma ótima contribuição sobre o assunto em questão. Dessa maneira permito ao leitor que ele faça uma investigação sobre o assunto, se assim desejar buscando ter um entendimento ampliado.



Se teologia e pensar sobre Deus e expressar esses pensamentos, então julgue você mesmo esse artigo e os artigos aqui publicados, se esse blogger reflete a ideia ou não, de pensamentos corretos a respeito de Deus e da Bíblia, e se esse artigo e esse blog, expressa de maneira correta e simples, seus artigos, tendo a capacidade de produzir em você mudanças em sua maneira de pensar e de viver.



5 - Sã doutrina



Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças que sentido coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos á verdade, entregando-se ás fabulas. 2 Timóteo 4.3-4


Apegado á palavra fiel, que é segundo a doutrina; de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem. Tito 1.9


A expressão sã doutrina usada por Paulo significa doutrina correta, ou seja, espera-se que a sã doutrina e a sã teologia sempre resultem no teólogo e no estudante uma vida santa.




6 - Crescimento intelectual e espiritual



E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção; para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo; cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus. Filipenses 1.9-11


Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus. Colossenses 1.9-10



Paulo orava em favor dos cristãos filipenses e colossenses, para que eles crescessem no conhecimento, porque Paulo entendia que o conhecimento produziria neles um viver santo e agradável diante de Deus e para o Dia de Cristo.



A sã teologia é expressa não somente na declaração de fé, mas também e expressa através de uma vida frutífera e de um viver santo, e a vida santa deve estar unida com a sã teologia.



Como a teologia afeta você e eu, isso é uma responsabilidade de ordem individual e pessoal, mas o objetivo do estudo da teologia é que sejamos feitos conforme a imagem de Cristo.


Por esta razão, sempre estarei pronto para trazer-vos lembrados acerca destas coisas, embora estejais certos da verdade já presente convosco e nela confirmados. 2 Pedro 1.12




Quem esta apto para estudar teologia?



Nenhum livro de teologia ou teólogo é capaz de responder essa pergunta, somente você pode responder essa pergunta para Deus.





Frase: A habilidade e a sabedoria de uma pessoa não faz ela entra no Reino de Deus. Felipe Marques







Você que está lendo este artigo agora, quero oferecer a você uma série sobre A VIDA DE JESUS com 12 artigos para você ler e compartilhar com seus amigos, família e todas as pessoas que você conhece e que ainda não conhece Jesus e nem O aceitou como seu único e suficiente Salvador. Ficou interessado (a)? Clique nas opções abaixo do banner e leia todos os artigos de graça.







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Foto: Pixaby
Tradução Bíblica: (ARA) Almeida Revista e Atualizada Editora Sociedade Bíblica do Brasil (SBB)




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Introdução ao periodo patrístico

em 14 setembro 2019




Em nosso post de hoje, vamos aprender sobre o período patrístico, e como ele pode ser relevante para o conhecimento dos cristãos nos dias de hoje.



Minha experiência pessoal de professor tanto na área educacional, tanto na área bíblica, me ensinou que a melhor maneira de ensinar, e o professor conduzir os seus alunos a entender e apreciar as perspectivas dos temas, quando o professor se dispõe a explicar o contexto das perspectivas, as perguntas envolvidas e as terminologias que são relacionadas a elas.

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A Perspectiva do Evangelho na Apologética

em 18 março 2019




Existem diferentes perspectivas de anunciar o evangelho e como isso afeta de alguma maneira o nosso entendimento do evangelho. Alguns estudiosos e teólogos usam da perspectiva conhecida como estudos de casos, que tem como objetivo analisar objeções ou dificuldades em relação ao entendimento da fé cristã.


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em 02 março 2019




Vivemos em uma sociedade que não está disposta a ser confrontada em relação ao seu caráter, até porque para uma sociedade pós-moderna o que pode ser honroso para alguém, pode ser desonroso para o outro.


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No estudo de hoje vamos aprender e conhecer um pouco mais sobre as Bíblias de Miles Covardale era um Padre Anglicano e tradutor da Bíblia nascido na Inglaterra no ano de 1488 e estudou na Universidade de Cambridge. Se deseja saber mais sobre Mile Coverdale clique aqui.


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Hoje com mais um post sobre traduções da Bíblia, vamos conhecer mais sobre as traduções da Bíblia de Martinho Lutero que para quem não sabe muito sobre ele, aqui vai uma pequena biografia.

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A autoridade da Bíblia na pós-modernidade

em 07 janeiro 2019





A partir do século 21, uma ênfase de tradição sagrada tem como inicio de construção de pensamento toda e qualquer reflexão sobre o modo que a igreja deve vivenciar e testemunhar no segmento pós-moderno, através de uma reflexão criteriosa, de considerações acadêmicas sobre a ascensão, as suas raízes filosóficas e as suas implicações culturais do segmento pós-moderno em seu sentido histórico, entendendo que através de um estudo criterioso sobre o assunto de que o termo pós-modernidade em uma analise e um termo difícil de definir.



Entretanto, é evidente que algum segmento importante aconteceu nas culturas das gerações antigas, de tal maneira que tentar definir o que de fato marcou todas as gerações passadas continua sendo difícil de especificar e definir mesmo com a chegada do século 21.



Provavelmente a característica marcante da pós-modernidade seria a sua rejeição ao termo uniformitarismo. O termo uniformitarismo se refere a insistência de que existe apenas uma maneira correta de pensar e um único modo correto de se comportar.



Para os autores pós-modernos, esse tipo de comportamento e de atitude tem suas raízes filosóficas do nazismo e do estalinismo, no qual os autores pós-modernos consideram esse tipo de comportamento inaceitáveis dentro do uniformitarismo.



A exigência de comportamentos e de atitudes de uniformidade conduz á comportamentos e atitudes de repressão, até porque a uniformidade forçam as pessoas a se encaixarem em molde único e previamente concebido.



Para entendermos melhor como esses comportamentos e atitudes funcionam para a maioria dos filósofos pós-modernos o termo "o outro" e de maneira reduzido ao termo "ao mesmo". Podemos observar que no pós-modernismo uma reação a esse tipo de comportamento e atitude conduz para o raciocínio considerado opressivo.



Com o inicio da pós-modernidade se desenvolveu um pensamento e uma atitude cultural que se alegra na diversidade e procura debilitar a posição dos que propõem comportamentos e atitudes rígidas, restritivas e opressivas.



Esse típico comportamento de atitudes pós-modernas é uma reação ao comportamento de atitudes do modernismo, que tentou reduzir todos os comportamentos e atitudes apenas a um conjunto de uniforme de ideias e que agora é entendido como uma tentativa de controlar e dominar as pessoas, seria uma forma de comportamento e de atitudes de estalinismo cultural que ficou caracterizado por sua constante recusa em permitir a diversidade em nosso conhecimento de mundo e do mundo.



Entendemos através desse comportamento de atitudes o outro lado da moeda, até porque toda moeda tem dois lados e todo argumento tem contra argumento, que a liberdade das pessoas depende da identificação, da contestação e da subversão desses "pensamento e atitudes controladoras".



Também quero ressaltar que o pós-modernismo também tem as sua próprias narrativas que não está imune de críticas. Alguns dos pensamentos e atitudes do pós-modernismo se tornaram a ortodoxia dominante no contexto de alguns segmentos da cultura, levantando questionamentos pertinentes por parte das pessoas que discordam do seu "panorama de realidade" que a pós-modernidade se propõe.




Estudo de Caso - O Relativista



O termo relativista se refere a pessoa que todos os seus pontos de vistas sobre determinado assunto são válidos, entretanto pareçam incompatíveis.



O comportamento e a atitude relativista tem o seu fundamento, em uma analise e compreensão subjacente de realidade, esse tipo de comportamento e atitude entra em conflito com outras maneiras de comportamento e atitude como o modernismo e o pós-modernismo que considera a realidade aberta, pelo principio da experiência e à discussão pública. Ou seja, alguns relativistas, modernistas e pós-modernistas podem ter o comportamento, mas não a atitude, outros podem ter a atitude mas não o comportamento.



Ambos os grupos estão abertos a ambiguidade, mas isso e certo, não e uma tarefa fácil definir o que de fato seja a pós-modernidade. A maioria dos estudiosos da pós-modernidade afirma que esse pensamento e atitude resiste, a todas as formas de definição.



O que eu quero fazer é oferecer uma espécie de descrição, e até mesmo um esboço, do que seja a pós-modernidade. Vamos ler e examinar juntos 4 fundamentos da pós-modernidade com clareza e perspicácia pelo teólogo Kevin Vanhoozer.




"O complexo fenômeno da pós-modernidade pode ser reduzido ás quatro críticas que o pós-modernos fazem ás moralidades antigas de pensamento".




Meu trabalho será analisar a pesquisa de Kevin Vanhoozer, é trabalhar o pensamento pós-moderno em oposição a verdade relatada na bíblia.




Fundamento 1 - A razão



Kevin Vanhoozer informa que a abordagem moderna que raciocina com base em argumentos, é vista com suspeita pelos autores pós-modernos. Enquanto a modernidade cria uma razão universal única, a pós-modernidade afirma que são vários os tipos de racionalidade. Veja a Citação de Kevin Vanhoozer.



"Os pós-modernos negam o conceito de racionalidade universal; a razão é antes contextual e relativa".



Vamos ler o relato bíblico sobre o fundamento da razão em Jó 33.12


Nisto não tens razão, eu te respondo; porque Deus é maior do que o homem.




Fundamento 2 - A verdade



Kevin Vanhoozer relata que a pós-modernidade, desconfia da ideia de verdade, dada a forma em que ela tem sido usada para legitimar a opressão ou justificar interesses pessoais. Veja a Citação de Kevin Vanhoozer.




"A verdade para os pós-modernos é uma história de caráter coercitivo relatada por pessoas em posição de poder com o propósito de perpectuar sua maneira de ver e organizar o seu mundo natural e social".




Vamos ler o relato bíblico sobre o fundamento da verdade em 3 João verso 12


Quanto á Demétrio, todos lhe dão testemunho, até a própria verdade, e nós também damos testemunho; e sabes que o nosso testemunho; é verdadeiro.




Fundamento 3 - A História



Enquanto os autores modernos procuram encontrar padrões universais na história, Kevin Vanhoozer faz o seguinte relato. Veja a Citação de Kevin Vanhoozer.



"A pós-modernidade não crê em argumentos que se proponham recontar a história universal".




Da perspectiva apologética, essa postura argumentativa tem como implicação que qualquer tentativa de ver um significado universal na narrativa sobre Jesus Cristo será entendida com imensa suspeita por algumas pessoas no atual ambiente cultural que vivenciam. Vamos ler o relato bíblico sobre a história do argumento humano em 3 João verso 8.



Portanto, devemos acolher esses irmãos para nos tornarmos cooperadores da verdade.



Fundamento 4 - Eu



Todas as maneiras de compreensão do indivíduo estão abertas e são parciais. Não existe uma resposta universal à questão da identidade das pessoas. Veja a Citação de Kevin Vanhoozer.



"A pós-modernidade rejeita a ideia de que exista um modo verdadeiro de recontar a própria história e, portanto, a pós modernidade conclui que não existe um modo verdadeiro de narrar a própria identidade".



Vamos ler o relato bíblico sobre o fundamento do eu  em 3 João verso 4.


Não tenho maior alegria do que está, a de ouvir que meus filhos andam na verdade.




A analise de Kevin Vanhoozer é importante porque nos ajuda a identificar os empecilhos e as suspeitas que algumas antigas abordagens apologéticas e evangelísticas encontraram em um contexto cultural pós-moderno. Entretanto, é importante que se dê atenção a duas perspectivas.




Perspectiva 1



Não devemos pensar de nenhuma maneira que a pós-modernidade defina o que é "certo" e "verdadeiro". Vamos ler o relato bíblico em uma definição do que é certo e verdadeiro em 3 João  versos 1 ao 3.


O presbítero ao amado Gaio, a quem eu amo em verdade. Amado, acima de tudo, faço voto por tua prosperidade e saúde, assim como é prospera a tua alma. Pois fiquei sobremodo alegre pela vinda de irmãos e pelo seu testemunho da tua verdade, como tu andas na verdade.



Devemos entender que o pós modernismo é um estado de espírito cultural plasmado por determinados valores e crenças. Assim como o pensamento e a atitude modernista, a pós-modernidade se refere a uma perspectiva secular; entretanto a pós-modernidade não é nem contra nem a favor do cristianismo.



A pós-modernidade descreve o contextos cultural em que devemos fazer ações apologéticas e evangelísticas.




Perspectiva 2



A maioria das estratégicas apologéticas e evangelísticas que entendemos ou consideramos como sendo algo "tradicional" são na sua verdade, criações recente e respondem a um contexto cultural modernista. Vamos ler o relato bíblico de tradição repassada para outra tradição em 2 João versos 1 ao 4.



O presbítero á senhora eleita e aos seus filhos, a quem eu amo na verdade e não somente eu, mas também todos os que conhecem a verdade, por causa da verdade que permanece em nós e conosco estará para sempre, a graça, a misericórdia e a paz, da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, serão conosco em verdade e amor. Fiquei sobre modo alegre em ter encontrado dentre os teus filhos os que andam na verdade, de acordo com o mandamento que recebemos da parte do Pai.



Os apologetas e evangelistas que se propuseram a interagir com a modernidade criaram estratégias adaptadas especificamente aos pressupostos modernos priorizando, sobretudo, o uso da razão.



Precisamos entender que é possível elaborar abordagens apologéticas de um lado da defesa do evangelho, e de outro lado um eficaz anúncio fiel a mensagem do evangelho relatada na bíblia, mas também saber trabalhar a apologética é o anuncio do evangelho que se adaptam a situação cultural vigente, sem deixar a verdade da bíblia de lado e nem corrompe-la.



Através disso, quero afirmar que podemos fazer o uso do método da apologética tradicional e do evangelismo tradicional, e ao mesmo tempo que devemos responder às mudanças do contexto cultural a que essa apologética e esse evangelismo se dirige.



Uma estratégia que não podemos adotar e querer construir uma estratégia apologética e evangelística criada para entender o racionalismo do século 18, e com ela defender a fé cristã diante da sociedade do século 21, para essas pessoas o racionalismo é limitador e ultrapassado. Vamos ler o relato bíblico em 1 João 5.6.



Este é aquele que veio por meio de água e sangue, Jesus Cristo, não somente com água, mas também com a água e com o sangue. E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade.


Precisamos entender que a pós-modernidade não se sente à vontade e não concorda com o argumento racional. Vamos ler o relato bíblico sobre o argumento racional em 1João 4.6



Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.



Entretanto, a pós-modernidade se atrai por histórias e imagens. A pós-modernidade está interessada em uma verdade que se mostre capaz de ser vivenciada do que uma verdade que possa ser provada através do argumento racional. Vamos ler o relato bíblico sobre a verdade vivenciada em 1 João 2.21



Não vos escrevi porque não saibais a verdade; antes, porque a sabeis, e porque mentira alguma jamais procede da verdade.


Isso nos ajuda a entender que a verdade do evangelho vivencial enfatiza a importância de uma vida fiel aos ensinamentos do evangelho em seu todo e não em apenas as suas partes, por isso que o anuncio do evangelho vivencial conquistou influência no século 21.



Através do evangelho vivencial, somos confrontados a não somente anunciar e defender o evangelho, mas também praticar o evangelho vivencial. Ou seja, uma verdade não anula a outra dentro do evangelho, elas se complementam e se tornam o todo.



Através dessa pratica, muitos pós-modernistas tem se convertido a esse evangelho vivencial que é um evangelho de uma vida de verdadeira comunhão a Jesus Cristo, e de conformidade com a os relatos bíblicos. Vamos ler o relato bíblico do convite do evangelho vivencial em 1 João 2.8


Todavia, vos escrevo novo mandamento, aquilo que é verdadeiro nele e em vós, porque as trevas se vão dissipando, e a verdadeira luz já brilha.


Devemos entender que a ascensão da pós-modernidade poderá mudar algumas estratégias a serem adotadas pelos apologetas e evangelistas, mas essas estratégias não invalidam os propósitos e os fundamentos intelectuais da apologética e nem do evangelismo.




Devemos entender que os princípios fundamentais sobre a autoridade da Bíblia na pós modernidade continuam os mesmos.




Compreensão 1 - Compreender o Evangelho



Compreender o evangelho. Vamos ler o relato bíblico sobre compreensão do evangelho em Marcos 16.15


Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.




Compreensão 2 - Compreender o contexto cultural



Compreender o contexto cultural em que se realiza a apologética e o anúncio do evangelho. Vamos ler o relato bíblico sobre compreensão vivencial do evangelho em 1 João 2.4-5


Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, nele não está a verdade. Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus.




Compreensão 3 - Criar e desenvolver estratégicas apologéticas e evangelísticas



Criar e desenvolver estratégias apologéticas e evangelísticas fieis ao evangelho, ter conhecimento sobre o termo "terreno comum" que se refere a práticas dentro do contexto cultural, e quem é o meu "ponto de contato" que se refere ao meu público  dentro do contexto cultural. Vamos ler o relato bíblico de como desenvolver o anúncio do evangelho em Lucas 7.22


Então, Jesus lhes respondeu: Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho.




Frase: Podemos passar toda a nossa vida acumulando conhecimento e mesmo assim nunca desfrutar de um relacionamento pessoal com Deus. Felipe Marques.





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Foto: Pixabay
Tradução Bíblica: (ARA) Almeida Revista Atualizada Editora Sociedade Bíblica do Brasil.
Fonte: Inspirado no Livro Apologética Pura e Simples Editora Vida Nova.
Citações de Kevin Vanhoozer:  Retiradas da Theology and the condition of postmodernity. Cambridge University Press.




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